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No Amazonas, mulheres vítimas de violência têm prioridade na emissão de documentos

No Amazonas, mulheres vítimas de violência têm prioridade na emissão de documentos Documentos como RG, carteira de trabalho, CPF e cadastros oficiais estão na lista de prioridades. Foto: Arthur Castro/Sejusc. Notícia do dia 27/11/2019

Parintins (AM) - No Amazonas, mulheres em situação de risco, violência familiar e ocorrências que deixem em risco a integridade moral, física e psicológica, têm prioridade e gratuidade na emissão de documentos. A medida foi garantida pela Lei 5.021, de 13 de novembro de 2019.

 

Por meio da norma, fica assegurada para a mulher a emissão de documentos como carteira de trabalho, carteira de identidade, documentos de identificação, CPF e cadastros oficiais, sejam os emissores entidades públicas ou privadas, independente de senhas ou marcações prévias.

 

De acordo com a titular da Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc), Caroline Braz, a medida agiliza o atendimento às vítimas em serviços emergenciais.

 

“Os documentos são necessários para realizarmos os encaminhamentos das vítimas de forma mais rápida e eficaz nos projetos e programas direcionados a elas”, explica. “Com os documentos em dia, as mulheres podem, inclusive, ser cadastradas para vagas de emprego ou receber incentivo do Governo para conquistar a independência financeira e se libertar de relacionamentos abusivos”.

 

Como fazer – A prioridade na emissão de documentos será realizada mediante a apresentação de itens como: termo de encaminhamento de uma das unidades de proteção e atendimento às mulheres em situação de violência doméstica, entre as quais se incluem o Centro Estadual de Referência de Apoio à Mulher (Cream), no bairro Educandos, e o Serviço de Apoio Emergencial a Mulher (Sapem), no Parque 10; cópia do Boletim de Ocorrência  emitido por órgão competente, como a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, ou o termo de medida protetiva expedida pelo Juiz da Comarca.

 

A Lei garante ainda, o atendimento de forma reservada, caso a mulher necessite.

 

Governo / Secom