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I Simpósio Processos Educativos e Identidades Amazônicas inicia nesta quarta (17)

As discussões giram em torno de eixos, que incluem fontes importantes para a compreensão do tecido sociocultural e educacional amazônico; o evento, que será realizado até sexta-feira (18)

I Simpósio Processos Educativos e Identidades Amazônicas inicia nesta quarta (17) Foto: Divulgação Notícia do dia 17/12/2020

Da Redação

Parintins/AM - O núcleo de Estudos de Linguagens da Amazônia (NEL-AMAZÔNIA) e o programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE/UFAM) da início nesta quinta-feira (17/12), ao I Simpósio Processos Educativos e Identidades Amazônicas que reunirá de forma virtual,  professores, graduandos, pesquisadores do contexto amazônico, bem como egressos do curso de mestrado e doutorado do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE/UFAM).

 

A palestra de abertura terá como tema: “Educação Superior Indígena e Educação Escolar Quilombola: saberes, práxis e identidades", tendo como palestrantes: Gersen Luciano Baniwa, Joana Carmen do Nascimento Machado  e Cândida Soares da Costa.

 

O evento, que será realizado até sexta-feira (18), terá outros 20 palestrantes, entre eles representantes da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Universidade Federal do Tocantins (UFT),Centro Universitário UNA, Universidade Federal do Amazonas (UFAM).
A Coordenadora do simpósio, Profa. Dra. Hellen Cristina Picanço Simas, salientou a importância da divulgação das pesquisas desenvolvidas. “O evento vai apresentar as pesquisas desenvolvidas pelo PPGE e pelo Nel-Amazônia, especificamente pela linha 1 da pós-graduação, que trata dos processos educativos e identidades amazônicas. Iremos promover um diálogo com outros pesquisadores do Brasil. Devido à pandemia, optamos por um evento online, apesar de todas as dificuldades de sinal de internet na região amazônica”.

 

As discussões giram em torno de eixos, que incluem fontes importantes para a compreensão do tecido sociocultural e educacional amazônico, os quais precisam ser divulgados para que haja maior compreensão sobre a forma de fazer educação na Amazônia e para que a sociedade conheça os resultados das pesquisas. Assim, o evento se insere no movimento de popularização da ciência e valorização das pesquisas sobre o contexto amazônico.

 

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*Com informações da assessoria