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Caso Flávio: Alejandro, suspeito da morte de engenheiro em Manaus, é encaminhado para cela, isolado de demais presos

Valeiko foi encaminhado para a cadeia após três dias internado em um hospital particular da capital.

Caso Flávio: Alejandro, suspeito da morte de engenheiro em Manaus, é encaminhado para cela, isolado de demais presos Notícia do dia 09/12/2019

Alejandro Valeiko, indiciado pelo homicídio do engenheiro Flávio Rodrigues dos Santos, foi transferido para uma cela do Centro de Detenção Provisória Masculino 1 (CDPM 1), situado no km 8 da rodovia BR-174, no fim de semana. Ele está isolado dos demais detentos.

Valeiko foi encaminhado para a cadeia após três dias internado em um hospital particular da capital. O motivo da internação dele, entretanto, não foi informado.

No sábado (7), após receber alta médica, Alejandro Valeiko foi levado, alegado, para o Centro de Recebimento e Triagem (CRT), de onde seguiu, no mesmo dia, para uma cela.

Na unidade prisional, o suspeito está separado dos demais presos. De acordo com o advogado de defesa dele, Yuri Dantas, e medida atende a uma determinação da Justiça e ocorre por medida de segurança.

"O Alejandro está no CDPM1, e já numa cela, desde o dia, sozinho, conforme determinado pelo Poder Judiciário", disse ao G1.

 

Entenda o caso

 

O homicídio do engenheiro Flávio Rodrigues dos Santos ocorreu no dia 29 de setembro deste ano após uma festa na casa do enteado do prefeito de Manaus, Alejandro Molina Valeiko. O corpo da vítima foi encontrado somente no dia seguinte no bairro Tarumã, na Zona Oeste de Manaus.

No dia 18 de novembro, a Polícia Civil realizou a reconstituição do crime. Por cerca de cinco horas, os seis suspeitos e investigadores estiveram na casa de Alejandro Valeiko. Posteriormente, a polícia afirmou já conhecer o autor do crime.

Além de Valeiko, cinco pessoas foram presas suspeitas de terem participação no crime:

 

  • Elizeu da Paz, indiciado pela polícia pelo crime de homicídio;
  • Mayc Parede, também indiciado por homicídio;
  • Vittorio Del Gatto, indiciado por omissão. Ele chegou a ser preso, mas teve liberdade concedida por problemas de saúde;
  • José Edvandro Martins de Souza Junior, 31 anos, que foi solto no fim de novembro;
  • Elielton Magno de Menezes Gomes Junior, 22, também solto;
  • A irmã de Alejandro, Paola Valeiko, também foi indiciada por fraude processual depois de confirmar que limpou a cena do crime.

Após o indiciamento, cabe ao MP-AM a decisão de oferecer denúncia contra eles na Justiça.

G1/AM